Detecção de drogas, armas, munições, dispositivos eletrônicos e explosivos — em terminais portuários, embarcações, plantas industriais, centros logísticos e frotas de passageiros.
Cada linha responde a um risco distinto. Todas conduzidas por duplas condutor/cão da própria empresa, sem intermediação de terceiros.
Linha principal do plantel. Cães condicionados a entorpecentes, armas de fogo, munições, cartuchos e resíduo de pólvora.
Cão exclusivo para explosivos, recurso escasso no mercado nacional. Um cão de explosivos não detecta drogas — a especialização é única e não acumula.
Localização de celulares, escutas, chips, cartões de memória e microcâmeras — em áreas restritas, salas de reunião e ambientes sensíveis.
Avaliação, seleção e acompanhamento técnico de cães empregados em segurança patrimonial, com estruturação de protocolo de emprego.
Assessoria na seleção e no condicionamento de cães destinados à proteção de pessoas, com orientação ao responsável.
Avaliamos demandas específicas mediante análise prévia de viabilidade técnica e de segurança.
Falar com a equipeA dupla condutor/cão é dessensibilizada para operar em ruído, vibração, espaço confinado e variação térmica. É isso que permite aplicar o mesmo padrão técnico em contextos muito diferentes — de um porão de navio a um centro de distribuição.
Inspeção a bordo com equipe embarcada, em qualquer turno operacional.
Centros de distribuição, operadores de encomenda e transportadoras — onde o volume alto e a caixa fechada favorecem a ocultação.
Inspeção no ponto de entrada, com protocolo de alerta passivo — sem contato físico com pessoas ou volumes.
Varredura interna de instalação, incluindo áreas de vivência e perímetro — frentes que raramente entram em escopo de terceiros.
Inspeção de frota e bagagem no embarque, em rodoviária, garagem ou ponto de saída.
Operação em pátio e área de armazenagem, integrada ao plano de segurança da instalação.
Aeroportos, ferrovias e demais setores sob consulta.
Especialização em detecção não acumula. Um cão condicionado a explosivos não detecta drogas, e um cão de eletrônicos não detecta nenhum dos dois. Cada finalidade exige um animal dedicado — e é aí que a maior parte do mercado não chega.
Animal dedicado exclusivamente a explosivos, acessórios de iniciação e resíduo de material explosivo — recurso escasso no mercado nacional. Opera sempre em protocolo de alerta passivo, sem qualquer contato com o material.
Quem oferece varredura antibomba com o mesmo cão que faz busca de narcóticos está oferecendo algo que não existe tecnicamente.
Animal dedicado à localização de celulares, chips, cartões de memória, gravadores, escutas e microcâmeras. Detecta o composto químico presente nos componentes — o que dispensa que o aparelho esteja ligado ou com bateria.
Aplicação em áreas restritas, unidades com vedação de aparelho pessoal e ambientes submetidos a sigilo.
Maioria dos cães do plantel, condicionados a entorpecentes, armas de fogo, munições, cartuchos e resíduo de pólvora. Atuam nos protocolos ativo e passivo, conforme a natureza da área inspecionada.
Certificação vigente e rotina de manutenção de faro por animal, com documentação disponível para auditoria.
Inspeção verificável não é
a mesma coisa que relatório.
O padrão de mercado entrega um conjunto de fotos e a afirmação de que a área foi coberta. Não é verificável. Não há mapa do que foi efetivamente varrido, registro do que não foi, nem indicação de até quando aquele resultado vale.
Nossa operação aplica protocolos próprios de controle de acesso, selagem de compartimento e declaração de cobertura — cada um com registro que sustenta auditoria do terminal, do armador ou da seguradora.
Ver os protocolosOs condutores operam com câmera corporal ativa do embarque ao desembarque. Não é um conjunto de fotos escolhidas: é a operação inteira gravada, de forma contínua e sem edição, com marcação de data, hora e localização. A gravação não existe para vigiar a equipe — existe para que ninguém precise acreditar em ninguém.
Toda operação produz evidência com marcação de data, hora e localização na própria imagem, sem edição.
Base local e equipe própria são o que sustentam disponibilidade real e continuidade de padrão técnico ao longo de todo o contrato.
Aracruz e Serra — equipe, veículos e logística instalados na região, sem dependência de deslocamento intermunicipal.
Condutores do quadro próprio, com documentação regular disponível para auditoria. Sem subcontratação de autônomos.
POP de inspeção, sistema de gestão da qualidade, SGSSO referenciado na ISO 45001, programa de bem-estar animal e políticas de integridade.
Atuação alinhada ao Código ISPS, ao Plano de Segurança Portuária das instalações e às normas da CONPORTOS.
Registro operacional assinado, acervo audiovisual com marcação de data e hora, e relatório em até 24 horas.
Concordância expressa com testes controlados e aleatórios de detecção pela contratante, a qualquer tempo e sem aviso prévio.
O cão é a ferramenta central deste serviço — e é o item que não aparece em planilha. Colocamo-nos à disposição para reunião técnica, visita às instalações ou operação demonstrativa com teste prático de detecção.